FRTB na íntegra.
E em produção.
O MAPS Argus já contempla as exigências do FRTB em vigor e o RWA SENS previsto para a Fase 3, com implementação em ambiente de produção.
FRTB na sua Instituição
O FRTB já faz parte do MAPS Argus
O MAPS Argus integra o escopo atual do FRTB à gestão de riscos da instituição, conectando seus requisitos às posições, instrumentos, dados e processos que já fazem parte da operação.
Para a Fase 3, o RWA SENS já está implementado em ambiente de produção, transformando sensibilidades, fatores de risco e parâmetros regulatórios em cálculo operacional.
Da posição ao RWA SENS
- Cálculo das sensibilidades Delta, Vega e Curvatura;
- Tratamento do RRAO;
- Classificação nas classes de risco previstas na regulamentação;
- Aplicação de ponderadores, categorias e correlações;
- Cálculo e consolidação do RWA SENS;
- Processamento diário;
- Memória de cálculo para validação detalhada e análise da alocação de capital.
Sua instituição já pronta para a Fase 3 - RWA SENS?
2027 é a data regulatória, mas não precisa ser a data da sua implementação.
A Fase 3 entra em vigor em 1º de janeiro de 2027. No MAPS Argus, o RWA SENS foi implementado antecipadamente, permitindo testes, validações e ajustes antes de o novo cálculo se tornar uma obrigação regulatória.
Porque chegar preparado a 2027 é diferente de começar a se preparar em 2027.
Validação com Instituições Globais
Projeto de validação realizado em conjunto com instituições financeiras globais.
Alocação Granular
Cálculo por estratégias, áreas e linhas de negócio para análise da alocação de capital.
Análise Comparativa
Execução em diferentes datas de referência para comparação dos impactos do RWA SENS.
Parcelas Configuráveis
Flexibilidade na configuração das parcelas do RWA SENS para facilitar a integração à realidade da instituição.
Entender a mudança é parte da preparação.
Se sua instituição já está avaliando os impactos da Fase 3, converse com nossos especialistas sobre a implementação do RWA SENS no MAPS Argus. Ou continue explorando o FRTB no Brasil.
Uma revisão fundamental. Em todos os sentidos.
FRTB no Brasil
O Fundamental Review of the Trading Book (FRTB) é o conjunto de padrões internacionais desenvolvido pelo Comitê de Basileia que redefine a forma como o risco de mercado é identificado, mensurado e convertido em requerimentos de capital pelas instituições financeiras.
A revisão estabelece novos critérios para a fronteira entre as carteiras de negociação e bancária e metodologias mais sensíveis aos diferentes fatores de risco presentes nos instrumentos financeiros.
No Brasil, o Banco Central estruturou sua implementação de forma gradual:
Fase 1 - 2022
Fronteira e Governança
Revisão dos critérios para classificação dos instrumentos entre carteira de negociação e carteira bancária, acompanhada de novos requisitos de governança.
Fase 2 - 2024
Default Risk Charge (DRC)
Introdução do tratamento para o risco de default dos instrumentos sujeitos ao risco de mercado, considerando eventos de jump-to-default.
Fase 3 - 2027
Metodologia RWA SENS
A partir de 1º de janeiro de 2027, entra em vigor a nova abordagem padronizada para o cálculo do risco de mercado baseada nas sensibilidades dos instrumentos.
Fase 4 - Em definição
Modelos Internos
Etapa prevista para a abordagem baseada em modelos internos, que completa a agenda de implementação do FRTB no Brasil.
O calendário regulatório define quando cada etapa passa a valer.
A preparação tecnológica define quando uma instituição estará pronta para ela.
O risco continua o mesmo. A forma de enxergá-lo, não.
O que muda com a Fase 3?
Com a entrada do RWA SENS, a mensuração do risco de mercado passa a considerar de forma mais granular como o valor dos instrumentos responde às variações dos diferentes fatores de risco.
A nova abordagem utiliza as sensibilidades dos instrumentos para calcular os requerimentos de capital a partir dos três componentes Delta, Vega e Curvatura. A metodologia também contempla o RRAO, destinado ao tratamento dos riscos residuais não capturados por essas componentes.
Cada posição precisa ser associada aos fatores de risco aos quais está exposta e às respectivas classes regulatórias. As sensibilidades são então ponderadas e agregadas conforme pesos, buckets e correlações definidos pela regulamentação.
Na prática, o cálculo passa a refletir com maior precisão as características e os riscos presentes em cada carteira.
Delta
Mede o impacto decorrente de pequenas variações nos fatores de risco aos quais o instrumento está exposto, como taxas de juros, spreads de crédito, preços de ações, commodities e câmbio.
Vega
Captura o risco relacionado às variações na volatilidade implícita, especialmente relevante para instrumentos com opcionalidade.
Curvatura
Considera efeitos não lineares que o Delta, isoladamente, não captura, avaliando o comportamento dos instrumentos diante de choques nos fatores de risco.
RRAO
Trata os riscos residuais não capturados pelas componentes Delta, Vega e Curvatura.
Sete classes. Diferentes fatores. Uma nova lógica de cálculo.
Na abordagem padronizada do FRTB, os riscos são organizados em sete classes:
- GIRR — risco geral de taxa de juros;
- CSR Non-Securitisation — risco de spread de crédito de instrumentos não securitizados;
- CSR Securitisation Non-CTP — risco de spread de crédito de securitizações fora da carteira de correlação;
- CSR Securitisation CTP — risco de spread de crédito da carteira de correlação;
- Equity — risco de ações;
- Commodity — risco de commodities;
- FX — risco cambial.
Dentro de cada classe, fatores de risco, sensibilidades, pesos e correlações passam a determinar o requerimento de capital associado às posições.
O resultado é uma visão regulatória mais granular do risco de mercado. E uma exigência igualmente maior sobre os dados, os cálculos e a tecnologia necessários para produzi-la.
A fórmula é só o começo.
RWA SENS
O RWA SENS estabelece uma abordagem padronizada para calcular o requerimento de capital associado às sensibilidades dos instrumentos sujeitos ao risco de mercado.
Na prática, cada instrumento precisa ser associado aos fatores de risco aos quais está exposto. As sensibilidades são calculadas, consolidadas, ponderadas e alocadas em categorias específicas para, então, serem agregadas de acordo com as correlações estabelecidas pela regulamentação.
E esse processo precisa acontecer diariamente.
Do instrumento ao requerimento de capital
Embora a metodologia varie conforme a componente e a classe de risco, o cálculo percorre uma sequência estruturada:
1. Identificar os fatores de risco
Cada instrumento é associado aos fatores capazes de alterar seu valor, considerando a classe de risco à qual pertence.
2. Calcular as sensibilidades
São calculadas as sensibilidades aplicáveis às componentes Delta, Vega e Curvatura.
3. Consolidar e ponderar
Sensibilidades relacionadas ao mesmo fator de risco são consolidadas e submetidas aos ponderadores definidos pela regulamentação.
4. Organizar em categorias
As exposições são distribuídas nas categorias regulatórias correspondentes a cada classe de risco.
5. Aplicar as correlações
As sensibilidades ponderadas são agregadas dentro das categorias e entre elas, considerando diferentes cenários de correlação.
6. Calcular o requerimento de capital
Os resultados das componentes Delta, Vega e Curvatura, somados ao tratamento do RRAO, determinam o requerimento associado ao RWA SENS.
Quando o cálculo é diário, a implementação também precisa fazer parte da operação.
A Resolução BCB nº 470 estabelece o cálculo diário do RWA SENS.
Isso coloca o FRTB dentro da rotina de risco da instituição: posições, dados de mercado, modelos de apreçamento, sensibilidades, classificações regulatórias, ponderadores e correlações precisam percorrer uma cadeia consistente até chegar ao resultado.
É nessa passagem entre metodologia e operação que a tecnologia deixa de ser coadjuvante.
O desafio não termina em calcular corretamente. O cálculo precisa ser reproduzível, integrado aos processos da instituição e disponível todos os dias.
FRTB sem segredo
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FRTB Fase 3
RWA SENS em foco
Aprofunde-se na Fase 3 do FRTB com exemplos práticos, impactos regulatórios e técnicos e os principais pontos discutidos pela MAPS no GRisc 2025.
Conteúdos sobre FRTB
Artigos e análises da MAPS para acompanhar a evolução regulatória.
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Implementar é uma etapa. Colocar em produção é outra.
Entre chegar ao resultado e chegar lá todos os dias, existe uma diferença importante.
A implementação do FRTB não termina quando o cálculo produz o resultado esperado. É preciso validar números, ajustar configurações, integrar processos e preparar a operação para que esse resultado seja produzido de forma consistente na rotina da instituição.
Foi justamente para criar esse espaço de validação que a MAPS antecipou a implementação do RWA SENS no MAPS Argus.
Da implementação à produção
Validação dos resultados
A validação dos números já foi realizada pelas instituições, assegurando consistência e confiabilidade dos resultados para a entrada em produção.
Workshops de negócio e sistema
Especialistas da MAPS conduzem workshops com os clientes para alinhar os requisitos regulatórios às funcionalidades e configurações da plataforma.
Acompanhamento especializado
A equipe de suporte participa da análise dos resultados e acompanha a instituição durante o processo de implementação.
Produção é quando a metodologia encontra a rotina.
É nesse ponto que o FRTB deixa de ser um projeto de adequação e passa a fazer parte da operação. No MAPS Argus, esse processo já está acontecendo. O RWA SENS está implementado, a validação dos números já foi realizada pelas instituições e a solução está em ambiente de produção.
Sua instituição não precisa esperar 2027 para chegar lá.